quarta-feira, 24 de junho de 2009

Só quero ser feliz a sorrir e a chorar

Um sopro de ar distanciava a minha aproximação da felicidade. Durante algum tempo não encontrava na minha vida nada mais que entraves para atingir a minha felicidade. Sempre sorri mas, estes sorrisos eram meros sorrisos forçados, tudo para não desiludir aqueles que me rodeavam. Ninguém estava familiarizado com a minha tristeza, com os meus problemas mas a verdade é que eles existiam. Quando me diziam que não gostavam de me ver triste eu ficava irritada. Porquê que os outros choram e eu não posso? Porquê que os outros podem estar amargurados e eu não? Porquê que os outros podem ter dias menos bons e os meus têm que ser sempre fantásticos? Estou FARTA de tentar ser quem não sou. É obvio que estou permanentemente animada mas, tentem compreender-me, tenho dias maus.
Às vezes apetece-me gritar, deprimir, ser fraca mas não o faço para não desiludir ninguém.
Vou ser feliz, a deprimir, a chorar, a enfraquecer, a sorrir, a brilhar sempre que for necessário. E só peço uma coisa, tentem perceber que eu tenho sentimentos e necessito de rir e chorar.

O que fazer quando não sabemos o que fazer


Eram amigos há longos anos. No infantário, não passavam de meras crianças. Divertiam-se a correr um atrás do outro, a jogar às escondidas, a desenhar. Vivam na ingenuidade da infância. À medida que o tempo passava e eles cresciam tornavam-se mais próximos. Na escola primária continuavam a divertir-se com simples brincadeiras inocentes. Sem se aperceberem um forte sentimento tornava-os cada vez mais unidos. Nunca lhe deram muita importância, sempre pensaram que aquilo era nada mais que uma amizade.
Ele olhava-a com carinho, afecto, ternura, AMOR. Ela nunca quis acreditar que ele era mais que um bom amigo, um verdadeiro amigo de infância. Ainda me lembro “ era mais provável apaixonar-me por um rapaz que conhecesse agora do que por ele”. Na altura não dei grande importância mas, percebi que estas palavras não passavam de tentativas frustradas para esconder o verdadeiro sentimento. O AMOR.
Ele dizia aos seus amigos que a AMAVA mas, ela sempre de dispôs a abjurar este sentimento. Mas, nos olhos dela encontravam-se as palavras que ela teimava não pronunciar, os sentimentos que ela insistia esconder, toda a verdade que ela persistia em tornar mentira, contradizendo-a.
Um dia, eles falaram e ele encheu-se de coragem e declarou-se mas, ela continuava a sentir-se confusa. Não sabia o que fazer apesar de querer fazer alguma coisa.
Quando estamos apaixonados usamos todas as forças que temos para ocultar este sentimento, que é visível aos olhos de todos mas, nós achamos que não e que somos os maiores com capacidade para esconder o mais forte dos sentimentos: o amor. Para quê pensar no amanhã? Devemos aproveitar todos os minutos junto da pessoa que amamos. Pensamos que não vale a pena lutar ou tentar ficar com essa pessoa.
Posso ter poucas certezas mas, acerca destes dois só tenho duas: eles têm um sorriso muito diferente desde que se esclareceram e eles AMAM-SE.
E que inveja eu tenho deste amor correspondido!

E quando queremos fazer algo e não sabemos o quê, o melhor é AMAR!

sábado, 20 de junho de 2009

Só quero...

Abrir as minhas asas; voar; ser livre; e acima de tudo ser feliz! ઇઉ

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Tudo e Nada


Sempre fui aquela menina feliz que vivia de bem com a vida, sempre a sorrir. Hoje, isso não acontece, desde que entrou na minha vida alguém inesperado tudo mudou. Deixei de ser eu, todos os sorrisos que saem de minha boca não passam de sorrisos forçados para tentar esquecer tudo, inclusive a ti. Enganei-me, e não és quem eu pensava que eras. Nunca quiseste saber se eu estava a sofrer com tanta indiferença. Pensaste que a indiferença fazia esquecer? Não, a indiferença só aviva mais a minha memória e os meus sentimentos, que se tornavam inúteis, mas existiam, e cada vez em maior número. Tentei compreender o porquê desta indiferença, deste sentimento, de tudo mas, não passaram de tentativas frustradas.
Chorei, gritei, mas de nada me servia; outras vezes quis chorar mas, as lágrimas secavam, queria gritar mas, os gritos não me saiam. Nunca pensei sequer que eras tão frio, tão gélido mas, na realidade eras, não porque me fazia sofrer intencionalmente mas, porque me ignoravas, porque para ti eu nem sequer era uma boa amiga. Sentia-me incapaz, desfalecida, a morrer aos poucos por dentro. O sol nasceu, o sol pôs-se; as estrelas apareceram a lua também, durante dias e dias, meses e meses e tudo continuava igual.
Todos os dias quando acordava acreditava que tudo iria ser diferente, mas permanecia tudo na mesma. À noite quando eu estava sob as estrelas a ver o seu magnificente brilho, queria ter a certeza que tu estavas na mais brilhante a sorrir mas, não estavas. Foram seis meses horrendos, tenebrosos, infernais. Meses que nunca deveriam ter existido.
Incessantemente, eu acreditei que um dia tudo iria mudar, eu ia ser feliz e ter tudo aquilo que sempre desejei, estava convicta, o meu final feliz chegaria mas, enganei-me e tudo isto jamais passou de apatia e indiferença. Desde o inicio eu parecia ser quem sempre fui mas, na realidade não era, aos olhos dos que pouco de mim conhecem, eu parecia ter TUDO para ser feliz, amigos espectaculares, uma família excelente e um sorriso permanente. Sim eu tinha motivos de sobra para ser feliz mas, paralelamente não tinha NADA, porque a única coisa que eu queria era estar ao teu lado incondicionalmente. Ou seja eu tenho TUDO mas, no fundo não tenho NADA!

(obrigada Ana Sofia pelo titulo, e a todas as minhas amigas por nunca me terem deixado sozinha).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Ontem por ti, hoje por mim!



(Tu não és diferente, apenas único e especial)
Ainda me lembro como tudo começou, tão bem como se tivesse sido hoje. Estavas ali, naquelas escadas, a sorrir! Admito que no princípio não passavas de um rapaz como todos os outros. Mas dia após dia tudo mudou, tudo ficou diferente. Por muitas palavras que existam no dicionário, é difícil descrever como me sentia. Todos os dias acontecia a mesma coisa, eu entrava tu saías, eu falava tu permanecias em silêncio. Sim é verdade que sempre achei bastante piada à tua personalidade, especialmente nas vezes em que nos cruzávamos e tu olhavas o chão à procura de um lugar para te esconderes. Vivi por ti, a tentar a todo o custo ser tua amiga mas, tu não me deixaste, tentei apenas ser tua colega de escola mas, tu não deixaste. Nunca passei de uma simples rapariga que pisava o mesmo chão que tu, que frequentava os mesmos lugares que tu e se contentava apenas com a tua existência. Passei meses e meses da minha vida à espera que tu mudasses mas, isso não aconteceu. Eras o ser mais perfeito que eu conhecia, aquele que mostrava a sua existência substituindo o sol e dando luz aos meus dias mais cinzentos, que sorria à noite através das estrelas que brilhavam do céu, apenas tu, que me fazias sentir bem só porque existias. Fiquei ligada a ti, apenas pelo olhar. Muitas vezes disse “chega”, “estou farta”, “odeio-o” mas no fundo estas palavras tornavam-se inúteis, o que eu sentia realmente era o oposto.
Mas, um dia, tudo mudou e eu decidi que o melhor seria esquecer a tua existência, após seis meses a lutar pela mesma causa fracassada, tomei uma iniciativa. Só serei feliz quando tu fizeres parte de um passado bem apagado da minha memória, quando fizeres parte de um tecido que em tempos me aconchegou mas, se tornou incómodo. Só serei feliz quando tu não existires na minha vida! Agora sim digo “CHEGA”, “ESTOU FARTA”, vais fazer parte de um passado completamente apagado da minha memória. Sim, é difícil mas nada é impossível. Vou ser feliz quando guardar tudo aquilo que me faz lembrar-te dentro de uma gaveta que jamais abrirei. Sofri, caí, aprendi, perdi, tudo por ti; hoje sou uma rapariga que conhece a realidade e batalha pela felicidade para vencer, tudo por mim!

domingo, 14 de junho de 2009

Só ela


Apenas uma mensagem, um sorriso, um gesto de carinho, uma frase de apoio fizeram com que te tornasses tão especial.
Desde o dia em que entras-te na minha vida, deste-me momentos indescritíveis, inesquecíveis e maravilhosos que vão para sempre ocupar um espacinho da minha memória e do meu coração; é impossível esquecer o dia em que te conheci, as brincadeiras parvas, as discussões idiotas, mas que nos tornaram cada vez mais crescidas e mais próximas.
Quando tu estás feliz prevalece dentro de mim um sentimento de satisfação e a única coisa que consigo fazer é sorrir e pensar que se tu és feliz eu também sou, não por mim mas, por ti.
Sei que a nossa amizade jamais acabará, nunca vamos dizer “CHEGA”, mas sim lutar pela felicidade de ambas, quer juntas quer separadas. Neste momento fazes parte de uma das coisas que eu tenho de melhor na minha vida: o meu coração.
Esta é a minha amiga, a minha verdadeira amiga, Hélia Sousa, aquela menina que por ser ela mesma me ajudou sempre que eu precisei.
Obrigada por tudo, Hélia Sousa
«Sou a alegria de quem me AMA,
a tristeza de quem me ODEIA,
e a ocupação de quem me INVEJA,
não gostas de mim?
quem te disse que eu gosto de ti?
Se as pessoas que falam mal de mim
soubessem o que acho delas...
falariam ainda mais!!!!»