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sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Da frustração à satisfação

Um pequeno pedaço da minha vida, com vitórias e derrotas, sorrisos e choros, alegrias e tristezas, amigos e inimigos.
A desilusão caminhou até mim e apoderou-se da minha felicidade, levando consigo todos os meus sonhos e alegrias. Fez com que eu acreditasse que não existiam outros caminhos a seguir, que estavam bloqueados. Agora tenho a certeza que existem caminhos abertos para a felicidade que jamais serão bloqueados, e com algum esforço conseguimos caminhar até eles e sorrir, recordando as desilusões e aprendendo a viver com elas.
Sem sonhos e alegrias a frustração acariciou cruelmente a minha face, o meu coração. Na ausência de todas as minhas forças, caí perante obstáculos inúteis ultrapassáveis, mas eu estava fraca. Hoje decidi olhar para trás e ver todo o percurso que já fiz, todos os obstáculos que ultrapassei, todos os amigos, amores e experiencias vividas e assim descobrir todas as forças que eu tenho e não estou a usar, mas de hoje em diante irei usar todas as forças possíveis para crescer, aprender, lutar e continuar o meu percurso.
As palavras de insultos que até então eram insignificantes começaram a agredir-me, a ferir-me. Fui castigada por
horrendas e insultuosas palavras. Actualmente, não lhes dou ouvidos, continuo o meu caminho sem olhar para trás para ouvir os frutos da maldade e da inveja, talvez um dia eles percebam o porquê de estarem completamente sós.
Hoje consigo olhar o horizonte e acreditar que existem saídas para os problemas ao invés de passar os dias com lamentos e queixas dando-lhes mais valor do que realmente têm. “Eu posso voar”, serei capaz de tudo isto basta acreditar em mim mesma e saber exagerar na felicidade nas pequenas coisas do dia-a-dia. Todos os dias trazem consigo pequenas surpresas, sorrisos, lágrimas, vitórias, derrotas mas, a vida ensina-me a viver tudo isto sem medos ou receios. Agora olho para mim e sei que sou especial, não para todos mas, para alguns e é isso que importa. Olho para os outros e sei que não estou sozinha tenho os melhores amigos do universo. Sinto-me inteiramente privilegiada porque posso caminhar, cair, rastejar, chorar, aprender, lutar, sorrir, ser feliz. Sonho, desejo e espero porque só assim posso acreditar no futuro, nos caminhos que se podem abrir e manter-me satisfeita por ser eu. Mas o mais importante de tudo é que acredito em mim mesma, porque em mim vivem os sonhos de um longo futuro, uma esperança de uma eterna felicidade e um desejo… «ter um espaço no mundo para aprender lições de vida».
A desilusão caminhou até mim e apoderou-se da minha felicidade, levando consigo todos os meus sonhos e alegrias. Fez com que eu acreditasse que não existiam outros caminhos a seguir, que estavam bloqueados. Agora tenho a certeza que existem caminhos abertos para a felicidade que jamais serão bloqueados, e com algum esforço conseguimos caminhar até eles e sorrir, recordando as desilusões e aprendendo a viver com elas.
Sem sonhos e alegrias a frustração acariciou cruelmente a minha face, o meu coração. Na ausência de todas as minhas forças, caí perante obstáculos inúteis ultrapassáveis, mas eu estava fraca. Hoje decidi olhar para trás e ver todo o percurso que já fiz, todos os obstáculos que ultrapassei, todos os amigos, amores e experiencias vividas e assim descobrir todas as forças que eu tenho e não estou a usar, mas de hoje em diante irei usar todas as forças possíveis para crescer, aprender, lutar e continuar o meu percurso.
As palavras de insultos que até então eram insignificantes começaram a agredir-me, a ferir-me. Fui castigada por
horrendas e insultuosas palavras. Actualmente, não lhes dou ouvidos, continuo o meu caminho sem olhar para trás para ouvir os frutos da maldade e da inveja, talvez um dia eles percebam o porquê de estarem completamente sós.
Hoje consigo olhar o horizonte e acreditar que existem saídas para os problemas ao invés de passar os dias com lamentos e queixas dando-lhes mais valor do que realmente têm. “Eu posso voar”, serei capaz de tudo isto basta acreditar em mim mesma e saber exagerar na felicidade nas pequenas coisas do dia-a-dia. Todos os dias trazem consigo pequenas surpresas, sorrisos, lágrimas, vitórias, derrotas mas, a vida ensina-me a viver tudo isto sem medos ou receios. Agora olho para mim e sei que sou especial, não para todos mas, para alguns e é isso que importa. Olho para os outros e sei que não estou sozinha tenho os melhores amigos do universo. Sinto-me inteiramente privilegiada porque posso caminhar, cair, rastejar, chorar, aprender, lutar, sorrir, ser feliz. Sonho, desejo e espero porque só assim posso acreditar no futuro, nos caminhos que se podem abrir e manter-me satisfeita por ser eu. Mas o mais importante de tudo é que acredito em mim mesma, porque em mim vivem os sonhos de um longo futuro, uma esperança de uma eterna felicidade e um desejo… «ter um espaço no mundo para aprender lições de vida».
domingo, 2 de agosto de 2009
Um dia!

A lua está no seu auge. Eu sento-me em frente ao mar, com os cabelos esvoaçando com os sopros de vento. Sinto-me como se não houvesse amanhã. Deixo-me levar pelos meus pensamentos. Memórias, lembranças, recordações não saem da minha cabeça. Durante anos vivi rodeada de sonhos, ilusões, fantasias, ficções. Tudo porque sempre acreditei que a vida real era como nos filmes, “Felizes Para Sempre!”. Sempre pensei para mim que: a felicidade acabava por chegar, um dia; se os outros são felizes eu também serei, um dia; se os outros têm quem os ame eu também terei, um dia; As horas, os dias, as semanas, os meses passavam e a minha felicidade continuava perdida. E eu? Eu continuava a acreditar que ela chegaria, um dia.
À medida que o tempo passava conheci desilusões. Pessoas que não eram quem mostravam ser. Não eram quem eu julgava que eram. Não faziam nada para me verem triste nem para me verem feliz, simplesmente ignoravam a minha existência. Foram erros e esperanças que nunca deveriam ter existido. Ganhei inimigos, alimentei inimizades, criei amizades, enfim, de tudo um pouco.
Sofri, desnecessariamente. Vivi num sonho irreal. Senti-me inútil, à espera que ele fosse diferente. Mas, um dia, e devido a este blog, percebi que existem pessoas que não merecem a importância que lhes depositamos. Demorei a perceber que «as aparências iludem», «quem vê caras não vê corações». Era odiada, desprezada, posta de parte. Acredito que ele não o fizesse propositadamente, não o censuro nem deixo que o censurem por isso. Todos nós reagimos de maneira diferente às situações do dia-a-dia. Na realidade nunca alimentou o meu sentimento e nunca me fez criar ilusões. Um dia, as palavras dele tornaram-se uma farsa. Suportei tudo, tudo mesmo, menos quando ele disse que fez um favor aos meus amigos em vir-me conhecer. Não precisei de ouvir mais nada, tudo terminou aqui. (Se um dia leres este texto, ficas a saber que eu nunca disse que gostava de ti).
Todas as feridas cicatrizam, apesar de deixar marcas, talvez a minha ainda não tenha cicatrizado completamente, mas irá cicatrizar e as marcas irão servir para não voltar a cair no mesmo erro. Apesar de tudo, desejo que ele seja feliz, mesmo depois de ele me dizer que queria ser meu amigo quando na realidade não queria e de tudo o resto. (Espero, com muita sinceridade que sejas feliz).
Ele faz parte do passado, um passado quase apagado. E hoje, sou feliz. Talvez tenha algum medo, mas acredito que tenho que arriscar, e todos nós precisamos de cair, tropeçar, vaguear, rastejar, errar, falhar para sermos felizes. Mas vou dizer-vos, as marcas, as cicatrizes, as lembranças fazem parte da vida e quer sejam boas ou não um dia vamos recorda-las e rir delas porque uma vez nos fizeram chorar mas paralelamente nos fizeram aprender. Vivemos com medo de arriscar porque sofremos no passado, com medo do amanhã porque o ontem foi menos bom e por qualquer coisa dizemos que estamos fartos da vida que temos. Neste momento não tenho muitos motivos para ser feliz, e os meus amigos sabem disso, mas sou. Sou porque tenho a certeza que o passado deve ser recordado, o presente vivido e o futuro esperado.
E sim devemos acreditar nos sonhos, podem ser irreais, mas fazem parte de nós.
Um dia, todos nós vamos ser felizes, um dia!
À medida que o tempo passava conheci desilusões. Pessoas que não eram quem mostravam ser. Não eram quem eu julgava que eram. Não faziam nada para me verem triste nem para me verem feliz, simplesmente ignoravam a minha existência. Foram erros e esperanças que nunca deveriam ter existido. Ganhei inimigos, alimentei inimizades, criei amizades, enfim, de tudo um pouco.
Sofri, desnecessariamente. Vivi num sonho irreal. Senti-me inútil, à espera que ele fosse diferente. Mas, um dia, e devido a este blog, percebi que existem pessoas que não merecem a importância que lhes depositamos. Demorei a perceber que «as aparências iludem», «quem vê caras não vê corações». Era odiada, desprezada, posta de parte. Acredito que ele não o fizesse propositadamente, não o censuro nem deixo que o censurem por isso. Todos nós reagimos de maneira diferente às situações do dia-a-dia. Na realidade nunca alimentou o meu sentimento e nunca me fez criar ilusões. Um dia, as palavras dele tornaram-se uma farsa. Suportei tudo, tudo mesmo, menos quando ele disse que fez um favor aos meus amigos em vir-me conhecer. Não precisei de ouvir mais nada, tudo terminou aqui. (Se um dia leres este texto, ficas a saber que eu nunca disse que gostava de ti).
Todas as feridas cicatrizam, apesar de deixar marcas, talvez a minha ainda não tenha cicatrizado completamente, mas irá cicatrizar e as marcas irão servir para não voltar a cair no mesmo erro. Apesar de tudo, desejo que ele seja feliz, mesmo depois de ele me dizer que queria ser meu amigo quando na realidade não queria e de tudo o resto. (Espero, com muita sinceridade que sejas feliz).
Ele faz parte do passado, um passado quase apagado. E hoje, sou feliz. Talvez tenha algum medo, mas acredito que tenho que arriscar, e todos nós precisamos de cair, tropeçar, vaguear, rastejar, errar, falhar para sermos felizes. Mas vou dizer-vos, as marcas, as cicatrizes, as lembranças fazem parte da vida e quer sejam boas ou não um dia vamos recorda-las e rir delas porque uma vez nos fizeram chorar mas paralelamente nos fizeram aprender. Vivemos com medo de arriscar porque sofremos no passado, com medo do amanhã porque o ontem foi menos bom e por qualquer coisa dizemos que estamos fartos da vida que temos. Neste momento não tenho muitos motivos para ser feliz, e os meus amigos sabem disso, mas sou. Sou porque tenho a certeza que o passado deve ser recordado, o presente vivido e o futuro esperado.
E sim devemos acreditar nos sonhos, podem ser irreais, mas fazem parte de nós.
Um dia, todos nós vamos ser felizes, um dia!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
O verde da minha felicidade

Os dias passam e o único refúgio que encontros são as folhas de papel espalhadas pelo chão do meu quarto. Enquanto escrevo sinto-me segura, protegida, amparada. Sinto-me como uma criança protegida pelos seus pais. Pego numa caneta e numa das folhas ali perdidas e começo a rabiscar, a gatafunhar. Olho para alem dos vidros da pequena janela. Contemplo aquela paisagem magnífica que me transmite calma, serenidade. Os prados verdes da primavera sorriem para os pássaros que não param de voar. A minha mente começa a vaguear, a flutuar.
Lembro-me quando ainda era uma simples garota que descalça percorria aquela erva verde a cantarolar e a saltar, como se o mundo fosse uma história de fadas e princesas. Recordo quando acordava bem cedo para ali poder correr e jogar às escondidas com os miúdos vizinhos. Relembro os dias de inverno em que ali, naquela janela ficava a olhar, horas após horas, à espera que a chuva passasse.
Num instante a minha mente volta ao presente. Oh, como eu gostava de ter apenas os meus cinco anos. Fico a pensar que mesmo agora, depois de crescer, partes de mim ainda possuem o espírito e a inocência de uma criança. Posso ter uma vida inundada de problemas, coisas más, inimigos, mas de uma coisa tenho a certeza é a melhor coisa que eu tenho. Não vou desperdiçar nunca a minha vida ou o espírito de criança que há em mim por nada. Fecho os finos cortinados cor-de-rosa e após preencher mais uma folha branca com memórias da minha infância junto mais um pedaço de papel aos muitos rabiscados. Pouso a caneta e saio a correr de casa, em direcção ao verde prado que em tempos me fez tão feliz. Vou ser feliz, mesmo que os outros me achem ridícula ou caricata.
Lembro-me quando ainda era uma simples garota que descalça percorria aquela erva verde a cantarolar e a saltar, como se o mundo fosse uma história de fadas e princesas. Recordo quando acordava bem cedo para ali poder correr e jogar às escondidas com os miúdos vizinhos. Relembro os dias de inverno em que ali, naquela janela ficava a olhar, horas após horas, à espera que a chuva passasse.
Num instante a minha mente volta ao presente. Oh, como eu gostava de ter apenas os meus cinco anos. Fico a pensar que mesmo agora, depois de crescer, partes de mim ainda possuem o espírito e a inocência de uma criança. Posso ter uma vida inundada de problemas, coisas más, inimigos, mas de uma coisa tenho a certeza é a melhor coisa que eu tenho. Não vou desperdiçar nunca a minha vida ou o espírito de criança que há em mim por nada. Fecho os finos cortinados cor-de-rosa e após preencher mais uma folha branca com memórias da minha infância junto mais um pedaço de papel aos muitos rabiscados. Pouso a caneta e saio a correr de casa, em direcção ao verde prado que em tempos me fez tão feliz. Vou ser feliz, mesmo que os outros me achem ridícula ou caricata.
domingo, 5 de julho de 2009
Happy
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Na vida tudo muda, tudo se transforma, tudo fica diferente. É inacreditável como o tempo passa. Tudo acontece num ápice. Quando olhamos para trás o tempo parece ter sido levado num sopro de vento, juntamente com as folhas secas de Outono. A dúvida não é o porquê de o tempo passar. Mas o que nos atormenta é o porquê de não termos feito o que desejávamos.
Questiono-me. O que faria eu se o tempo voltasse atrás? Qual o caminho que eu seguiria? O que teria eu feito para ser feliz? Teria eu feito tudo o que fiz? Talvez. Talvez tivesse lutado pela minha felicidade. Mas, aprendi. Sei que para muitos viver é vulgar, banal, comum, não tem importância, já eu vou fazer História. Gostava de deixar uma marca minha para a humanidade. Sim gostava, mas se não conseguir serei feliz por simplesmente ter vivido. Durante tempos andei para a esquerda, para a direita, para cima, para baixo e nunca encontrei a direcção certa. Hoje tenho a certeza que a única coisa que tenho a fazer é lutar pela minha felicidade e pelo bem-estar dos que me rodeiam.
Tive dias em que tudo era falhado, errado, mas nestes dias, por muito que me aborrecessem, fizeram com que eu aprendesse imensas coisas novas, e se tudo tivesse corrido bem eu não teria aprendido nada. E só seremos felizes com os problemas do dia-a-dia.
Tentem ser felizes e usufruir de tudo o que de melhor existe na vida, porque por muito problemática que seja a vida terá sempre um sorriso para nos dar quando nós lhe sorrimos. E sim eu sou feliz. E a nossa felicidade será um sorriso entre duas lágrimas.
Questiono-me. O que faria eu se o tempo voltasse atrás? Qual o caminho que eu seguiria? O que teria eu feito para ser feliz? Teria eu feito tudo o que fiz? Talvez. Talvez tivesse lutado pela minha felicidade. Mas, aprendi. Sei que para muitos viver é vulgar, banal, comum, não tem importância, já eu vou fazer História. Gostava de deixar uma marca minha para a humanidade. Sim gostava, mas se não conseguir serei feliz por simplesmente ter vivido. Durante tempos andei para a esquerda, para a direita, para cima, para baixo e nunca encontrei a direcção certa. Hoje tenho a certeza que a única coisa que tenho a fazer é lutar pela minha felicidade e pelo bem-estar dos que me rodeiam.
Tive dias em que tudo era falhado, errado, mas nestes dias, por muito que me aborrecessem, fizeram com que eu aprendesse imensas coisas novas, e se tudo tivesse corrido bem eu não teria aprendido nada. E só seremos felizes com os problemas do dia-a-dia.
Tentem ser felizes e usufruir de tudo o que de melhor existe na vida, porque por muito problemática que seja a vida terá sempre um sorriso para nos dar quando nós lhe sorrimos. E sim eu sou feliz. E a nossa felicidade será um sorriso entre duas lágrimas.
sábado, 4 de julho de 2009
Ídolos
Uma mensagem. Um olá. Um sorriso. Um gesto de afecto. Os meus amigos. Os melhores. Eles protegem-me, dão-me carinho, afecto e acima de tudo amor. Eles são:
Hélia Sousa – a ti, só tenho a agradecer tudo o que até hoje fizeste por mim. Discordaste. Sorriste. Apoiaste. Tudo isto foi importante para mim e fez de ti uma amiga insubstituível, incomparável… Somos diferentes. Sim, é verdade mas, conseguiste que na minha vida tudo ficasse diferente
Carla Matos – não eras de facto a amiga perfeita. Mas, com o tempo tudo mudou. Somos tão parecidas. Tão iguais. Como tu dizes “parecemos irmãs”. Mostras ser forte, inabalável, segura, mas lá no fundo és delicada, frágil, um doce.
Artur Sousa – nunca esperei que te tornasses um amigo assim. Mas tornaste. Hoje és aquele amigo que tem sempre uma palavra de afecto, carinho. És único. Conhecemo-nos há pouco tempo, mas isso não implica o que és para mim. És insubstituível. Sim insubstituível. E sabes porquê? Porque és meu amigo.
Pedro Gonçalves - a ti, só tenho a agradecer por seres tu próprio. É verdade que fizeste tudo para me veres feliz. Jamais vou esquecer as conversas, as interrogações, tudo. És sim aquele amigo que durante tempos eu procurei.
Eles sim, são o sol dos meus dias. Quando eles estão felizes eu estou também. Eles são preciosos, valiosos, importantes. Amigos perpétuos. Só quero gritar para o mundo o quanto os amo. Eu amo-os, é verdade. À minha maneira, mas amo. Eles são perfeitos, únicos, especiais.
Eu sei, tenho a certeza que eles existem e permanecem sempre a meu lado. Isto é real, não é um sonho, eu sei que é real. Eles fazem parte de mim, como as raízes fazem parte da árvore, as estrelas do céu, a areia do mar.
Eles sim, são os meus ídolos, e o meu sonho é ser como eles.
Hélia Sousa – a ti, só tenho a agradecer tudo o que até hoje fizeste por mim. Discordaste. Sorriste. Apoiaste. Tudo isto foi importante para mim e fez de ti uma amiga insubstituível, incomparável… Somos diferentes. Sim, é verdade mas, conseguiste que na minha vida tudo ficasse diferente
Carla Matos – não eras de facto a amiga perfeita. Mas, com o tempo tudo mudou. Somos tão parecidas. Tão iguais. Como tu dizes “parecemos irmãs”. Mostras ser forte, inabalável, segura, mas lá no fundo és delicada, frágil, um doce.
Artur Sousa – nunca esperei que te tornasses um amigo assim. Mas tornaste. Hoje és aquele amigo que tem sempre uma palavra de afecto, carinho. És único. Conhecemo-nos há pouco tempo, mas isso não implica o que és para mim. És insubstituível. Sim insubstituível. E sabes porquê? Porque és meu amigo.
Pedro Gonçalves - a ti, só tenho a agradecer por seres tu próprio. É verdade que fizeste tudo para me veres feliz. Jamais vou esquecer as conversas, as interrogações, tudo. És sim aquele amigo que durante tempos eu procurei.
Eles sim, são o sol dos meus dias. Quando eles estão felizes eu estou também. Eles são preciosos, valiosos, importantes. Amigos perpétuos. Só quero gritar para o mundo o quanto os amo. Eu amo-os, é verdade. À minha maneira, mas amo. Eles são perfeitos, únicos, especiais.
Eu sei, tenho a certeza que eles existem e permanecem sempre a meu lado. Isto é real, não é um sonho, eu sei que é real. Eles fazem parte de mim, como as raízes fazem parte da árvore, as estrelas do céu, a areia do mar.
Eles sim, são os meus ídolos, e o meu sonho é ser como eles.
desculpa Pedro mas eu não tinha foto
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Só quero ser feliz a sorrir e a chorar
Um sopro de ar distanciava a minha aproximação da felicidade. Durante algum tempo não encontrava na minha vida nada mais que entraves para atingir a minha felicidade. Sempre sorri mas, estes sorrisos eram meros sorrisos forçados, tudo para não desiludir aqueles que me rodeavam. Ninguém estava familiarizado com a minha tristeza, com os meus problemas mas a verdade é que eles existiam. Quando me diziam que não gostavam de me ver triste eu ficava irritada. Porquê que os outros choram e eu não posso? Porquê que os outros podem estar amargurados e eu não? Porquê que os outros podem ter dias menos bons e os meus têm que ser sempre fantásticos? Estou FARTA de tentar ser quem não sou. É obvio que estou permanentemente animada mas, tentem compreender-me, tenho dias maus.
Às vezes apetece-me gritar, deprimir, ser fraca mas não o faço para não desiludir ninguém.
Vou ser feliz, a deprimir, a chorar, a enfraquecer, a sorrir, a brilhar sempre que for necessário. E só peço uma coisa, tentem perceber que eu tenho sentimentos e necessito de rir e chorar.
Às vezes apetece-me gritar, deprimir, ser fraca mas não o faço para não desiludir ninguém.
Vou ser feliz, a deprimir, a chorar, a enfraquecer, a sorrir, a brilhar sempre que for necessário. E só peço uma coisa, tentem perceber que eu tenho sentimentos e necessito de rir e chorar.
O que fazer quando não sabemos o que fazer

Eram amigos há longos anos. No infantário, não passavam de meras crianças. Divertiam-se a correr um atrás do outro, a jogar às escondidas, a desenhar. Vivam na ingenuidade da infância. À medida que o tempo passava e eles cresciam tornavam-se mais próximos. Na escola primária continuavam a divertir-se com simples brincadeiras inocentes. Sem se aperceberem um forte sentimento tornava-os cada vez mais unidos. Nunca lhe deram muita importância, sempre pensaram que aquilo era nada mais que uma amizade.
Ele olhava-a com carinho, afecto, ternura, AMOR. Ela nunca quis acreditar que ele era mais que um bom amigo, um verdadeiro amigo de infância. Ainda me lembro “ era mais provável apaixonar-me por um rapaz que conhecesse agora do que por ele”. Na altura não dei grande importância mas, percebi que estas palavras não passavam de tentativas frustradas para esconder o verdadeiro sentimento. O AMOR.
Ele dizia aos seus amigos que a AMAVA mas, ela sempre de dispôs a abjurar este sentimento. Mas, nos olhos dela encontravam-se as palavras que ela teimava não pronunciar, os sentimentos que ela insistia esconder, toda a verdade que ela persistia em tornar mentira, contradizendo-a.
Um dia, eles falaram e ele encheu-se de coragem e declarou-se mas, ela continuava a sentir-se confusa. Não sabia o que fazer apesar de querer fazer alguma coisa.
Quando estamos apaixonados usamos todas as forças que temos para ocultar este sentimento, que é visível aos olhos de todos mas, nós achamos que não e que somos os maiores com capacidade para esconder o mais forte dos sentimentos: o amor. Para quê pensar no amanhã? Devemos aproveitar todos os minutos junto da pessoa que amamos. Pensamos que não vale a pena lutar ou tentar ficar com essa pessoa.
Posso ter poucas certezas mas, acerca destes dois só tenho duas: eles têm um sorriso muito diferente desde que se esclareceram e eles AMAM-SE.
E que inveja eu tenho deste amor correspondido!
E quando queremos fazer algo e não sabemos o quê, o melhor é AMAR!
Ele olhava-a com carinho, afecto, ternura, AMOR. Ela nunca quis acreditar que ele era mais que um bom amigo, um verdadeiro amigo de infância. Ainda me lembro “ era mais provável apaixonar-me por um rapaz que conhecesse agora do que por ele”. Na altura não dei grande importância mas, percebi que estas palavras não passavam de tentativas frustradas para esconder o verdadeiro sentimento. O AMOR.
Ele dizia aos seus amigos que a AMAVA mas, ela sempre de dispôs a abjurar este sentimento. Mas, nos olhos dela encontravam-se as palavras que ela teimava não pronunciar, os sentimentos que ela insistia esconder, toda a verdade que ela persistia em tornar mentira, contradizendo-a.
Um dia, eles falaram e ele encheu-se de coragem e declarou-se mas, ela continuava a sentir-se confusa. Não sabia o que fazer apesar de querer fazer alguma coisa.
Quando estamos apaixonados usamos todas as forças que temos para ocultar este sentimento, que é visível aos olhos de todos mas, nós achamos que não e que somos os maiores com capacidade para esconder o mais forte dos sentimentos: o amor. Para quê pensar no amanhã? Devemos aproveitar todos os minutos junto da pessoa que amamos. Pensamos que não vale a pena lutar ou tentar ficar com essa pessoa.
Posso ter poucas certezas mas, acerca destes dois só tenho duas: eles têm um sorriso muito diferente desde que se esclareceram e eles AMAM-SE.
E que inveja eu tenho deste amor correspondido!
E quando queremos fazer algo e não sabemos o quê, o melhor é AMAR!
sábado, 20 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Tudo e Nada

Sempre fui aquela menina feliz que vivia de bem com a vida, sempre a sorrir. Hoje, isso não acontece, desde que entrou na minha vida alguém inesperado tudo mudou. Deixei de ser eu, todos os sorrisos que saem de minha boca não passam de sorrisos forçados para tentar esquecer tudo, inclusive a ti. Enganei-me, e não és quem eu pensava que eras. Nunca quiseste saber se eu estava a sofrer com tanta indiferença. Pensaste que a indiferença fazia esquecer? Não, a indiferença só aviva mais a minha memória e os meus sentimentos, que se tornavam inúteis, mas existiam, e cada vez em maior número. Tentei compreender o porquê desta indiferença, deste sentimento, de tudo mas, não passaram de tentativas frustradas.
Chorei, gritei, mas de nada me servia; outras vezes quis chorar mas, as lágrimas secavam, queria gritar mas, os gritos não me saiam. Nunca pensei sequer que eras tão frio, tão gélido mas, na realidade eras, não porque me fazia sofrer intencionalmente mas, porque me ignoravas, porque para ti eu nem sequer era uma boa amiga. Sentia-me incapaz, desfalecida, a morrer aos poucos por dentro. O sol nasceu, o sol pôs-se; as estrelas apareceram a lua também, durante dias e dias, meses e meses e tudo continuava igual.
Todos os dias quando acordava acreditava que tudo iria ser diferente, mas permanecia tudo na mesma. À noite quando eu estava sob as estrelas a ver o seu magnificente brilho, queria ter a certeza que tu estavas na mais brilhante a sorrir mas, não estavas. Foram seis meses horrendos, tenebrosos, infernais. Meses que nunca deveriam ter existido.
Incessantemente, eu acreditei que um dia tudo iria mudar, eu ia ser feliz e ter tudo aquilo que sempre desejei, estava convicta, o meu final feliz chegaria mas, enganei-me e tudo isto jamais passou de apatia e indiferença. Desde o inicio eu parecia ser quem sempre fui mas, na realidade não era, aos olhos dos que pouco de mim conhecem, eu parecia ter TUDO para ser feliz, amigos espectaculares, uma família excelente e um sorriso permanente. Sim eu tinha motivos de sobra para ser feliz mas, paralelamente não tinha NADA, porque a única coisa que eu queria era estar ao teu lado incondicionalmente. Ou seja eu tenho TUDO mas, no fundo não tenho NADA!
Chorei, gritei, mas de nada me servia; outras vezes quis chorar mas, as lágrimas secavam, queria gritar mas, os gritos não me saiam. Nunca pensei sequer que eras tão frio, tão gélido mas, na realidade eras, não porque me fazia sofrer intencionalmente mas, porque me ignoravas, porque para ti eu nem sequer era uma boa amiga. Sentia-me incapaz, desfalecida, a morrer aos poucos por dentro. O sol nasceu, o sol pôs-se; as estrelas apareceram a lua também, durante dias e dias, meses e meses e tudo continuava igual.
Todos os dias quando acordava acreditava que tudo iria ser diferente, mas permanecia tudo na mesma. À noite quando eu estava sob as estrelas a ver o seu magnificente brilho, queria ter a certeza que tu estavas na mais brilhante a sorrir mas, não estavas. Foram seis meses horrendos, tenebrosos, infernais. Meses que nunca deveriam ter existido.
Incessantemente, eu acreditei que um dia tudo iria mudar, eu ia ser feliz e ter tudo aquilo que sempre desejei, estava convicta, o meu final feliz chegaria mas, enganei-me e tudo isto jamais passou de apatia e indiferença. Desde o inicio eu parecia ser quem sempre fui mas, na realidade não era, aos olhos dos que pouco de mim conhecem, eu parecia ter TUDO para ser feliz, amigos espectaculares, uma família excelente e um sorriso permanente. Sim eu tinha motivos de sobra para ser feliz mas, paralelamente não tinha NADA, porque a única coisa que eu queria era estar ao teu lado incondicionalmente. Ou seja eu tenho TUDO mas, no fundo não tenho NADA!
(obrigada Ana Sofia pelo titulo, e a todas as minhas amigas por nunca me terem deixado sozinha).
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Ontem por ti, hoje por mim!
(Tu não és diferente, apenas único e especial)
Ainda me lembro como tudo começou, tão bem como se tivesse sido hoje. Estavas ali, naquelas escadas, a sorrir! Admito que no princípio não passavas de um rapaz como todos os outros. Mas dia após dia tudo mudou, tudo ficou diferente. Por muitas palavras que existam no dicionário, é difícil descrever como me sentia. Todos os dias acontecia a mesma coisa, eu entrava tu saías, eu falava tu permanecias em silêncio. Sim é verdade que sempre achei bastante piada à tua personalidade, especialmente nas vezes em que nos cruzávamos e tu olhavas o chão à procura de um lugar para te esconderes. Vivi por ti, a tentar a todo o custo ser tua amiga mas, tu não me deixaste, tentei apenas ser tua colega de escola mas, tu não deixaste. Nunca passei de uma simples rapariga que pisava o mesmo chão que tu, que frequentava os mesmos lugares que tu e se contentava apenas com a tua existência. Passei meses e meses da minha vida à espera que tu mudasses mas, isso não aconteceu. Eras o ser mais perfeito que eu conhecia, aquele que mostrava a sua existência substituindo o sol e dando luz aos meus dias mais cinzentos, que sorria à noite através das estrelas que brilhavam do céu, apenas tu, que me fazias sentir bem só porque existias. Fiquei ligada a ti, apenas pelo olhar. Muitas vezes disse “chega”, “estou farta”, “odeio-o” mas no fundo estas palavras tornavam-se inúteis, o que eu sentia realmente era o oposto.
Mas, um dia, tudo mudou e eu decidi que o melhor seria esquecer a tua existência, após seis meses a lutar pela mesma causa fracassada, tomei uma iniciativa. Só serei feliz quando tu fizeres parte de um passado bem apagado da minha memória, quando fizeres parte de um tecido que em tempos me aconchegou mas, se tornou incómodo. Só serei feliz quando tu não existires na minha vida! Agora sim digo “CHEGA”, “ESTOU FARTA”, vais fazer parte de um passado completamente apagado da minha memória. Sim, é difícil mas nada é impossível. Vou ser feliz quando guardar tudo aquilo que me faz lembrar-te dentro de uma gaveta que jamais abrirei. Sofri, caí, aprendi, perdi, tudo por ti; hoje sou uma rapariga que conhece a realidade e batalha pela felicidade para vencer, tudo por mim!
Ainda me lembro como tudo começou, tão bem como se tivesse sido hoje. Estavas ali, naquelas escadas, a sorrir! Admito que no princípio não passavas de um rapaz como todos os outros. Mas dia após dia tudo mudou, tudo ficou diferente. Por muitas palavras que existam no dicionário, é difícil descrever como me sentia. Todos os dias acontecia a mesma coisa, eu entrava tu saías, eu falava tu permanecias em silêncio. Sim é verdade que sempre achei bastante piada à tua personalidade, especialmente nas vezes em que nos cruzávamos e tu olhavas o chão à procura de um lugar para te esconderes. Vivi por ti, a tentar a todo o custo ser tua amiga mas, tu não me deixaste, tentei apenas ser tua colega de escola mas, tu não deixaste. Nunca passei de uma simples rapariga que pisava o mesmo chão que tu, que frequentava os mesmos lugares que tu e se contentava apenas com a tua existência. Passei meses e meses da minha vida à espera que tu mudasses mas, isso não aconteceu. Eras o ser mais perfeito que eu conhecia, aquele que mostrava a sua existência substituindo o sol e dando luz aos meus dias mais cinzentos, que sorria à noite através das estrelas que brilhavam do céu, apenas tu, que me fazias sentir bem só porque existias. Fiquei ligada a ti, apenas pelo olhar. Muitas vezes disse “chega”, “estou farta”, “odeio-o” mas no fundo estas palavras tornavam-se inúteis, o que eu sentia realmente era o oposto.
Mas, um dia, tudo mudou e eu decidi que o melhor seria esquecer a tua existência, após seis meses a lutar pela mesma causa fracassada, tomei uma iniciativa. Só serei feliz quando tu fizeres parte de um passado bem apagado da minha memória, quando fizeres parte de um tecido que em tempos me aconchegou mas, se tornou incómodo. Só serei feliz quando tu não existires na minha vida! Agora sim digo “CHEGA”, “ESTOU FARTA”, vais fazer parte de um passado completamente apagado da minha memória. Sim, é difícil mas nada é impossível. Vou ser feliz quando guardar tudo aquilo que me faz lembrar-te dentro de uma gaveta que jamais abrirei. Sofri, caí, aprendi, perdi, tudo por ti; hoje sou uma rapariga que conhece a realidade e batalha pela felicidade para vencer, tudo por mim!
domingo, 14 de junho de 2009
Só ela
Apenas uma mensagem, um sorriso, um gesto de carinho, uma frase de apoio fizeram com que te tornasses tão especial.
Desde o dia em que entras-te na minha vida, deste-me momentos indescritíveis, inesquecíveis e maravilhosos que vão para sempre ocupar um espacinho da minha memória e do meu coração; é impossível esquecer o dia em que te conheci, as brincadeiras parvas, as discussões idiotas, mas que nos tornaram cada vez mais crescidas e mais próximas.
Quando tu estás feliz prevalece dentro de mim um sentimento de satisfação e a única coisa que consigo fazer é sorrir e pensar que se tu és feliz eu também sou, não por mim mas, por ti.
Sei que a nossa amizade jamais acabará, nunca vamos dizer “CHEGA”, mas sim lutar pela felicidade de ambas, quer juntas quer separadas. Neste momento fazes parte de uma das coisas que eu tenho de melhor na minha vida: o meu coração.
Esta é a minha amiga, a minha verdadeira amiga, Hélia Sousa, aquela menina que por ser ela mesma me ajudou sempre que eu precisei.
Obrigada por tudo, Hélia Sousa
Desde o dia em que entras-te na minha vida, deste-me momentos indescritíveis, inesquecíveis e maravilhosos que vão para sempre ocupar um espacinho da minha memória e do meu coração; é impossível esquecer o dia em que te conheci, as brincadeiras parvas, as discussões idiotas, mas que nos tornaram cada vez mais crescidas e mais próximas.
Quando tu estás feliz prevalece dentro de mim um sentimento de satisfação e a única coisa que consigo fazer é sorrir e pensar que se tu és feliz eu também sou, não por mim mas, por ti.
Sei que a nossa amizade jamais acabará, nunca vamos dizer “CHEGA”, mas sim lutar pela felicidade de ambas, quer juntas quer separadas. Neste momento fazes parte de uma das coisas que eu tenho de melhor na minha vida: o meu coração.
Esta é a minha amiga, a minha verdadeira amiga, Hélia Sousa, aquela menina que por ser ela mesma me ajudou sempre que eu precisei.
Obrigada por tudo, Hélia Sousa
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