sábado, 7 de novembro de 2009

«Aconteça o que acontecer, sou da C até morre
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fim.
Quando tudo acaba só resta recuperar as lágrimas de um tempo perdido!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Da frustração à satisfação


Um pequeno pedaço da minha vida, com vitórias e derrotas, sorrisos e choros, alegrias e tristezas, amigos e inimigos.
A desilusão caminhou até mim e apoderou-se da minha felicidade, levando consigo todos os meus sonhos e alegrias. Fez com que eu acreditasse que não existiam outros caminhos a seguir, que estavam bloqueados. Agora tenho a certeza que existem caminhos abertos para a felicidade que jamais serão bloqueados, e com algum esforço conseguimos caminhar até eles e sorrir, recordando as desilusões e aprendendo a viver com elas.
Sem sonhos e alegrias a frustração acariciou cruelmente a minha face, o meu coração. Na ausência de todas as minhas forças, caí perante obstáculos inúteis ultrapassáveis, mas eu estava fraca. Hoje decidi olhar para trás e ver todo o percurso que já fiz, todos os obstáculos que ultrapassei, todos os amigos, amores e experiencias vividas e assim descobrir todas as forças que eu tenho e não estou a usar, mas de hoje em diante irei usar todas as forças possíveis para crescer, aprender, lutar e continuar o meu percurso.
As palavras de insultos que até então eram insignificantes começaram a agredir-me, a ferir-me. Fui castigada por
horrendas e insultuosas palavras. Actualmente, não lhes dou ouvidos, continuo o meu caminho sem olhar para trás para ouvir os frutos da maldade e da inveja, talvez um dia eles percebam o porquê de estarem completamente sós.

Hoje consigo olhar o horizonte e acreditar que existem saídas para os problemas ao invés de passar os dias com lamentos e queixas dando-lhes mais valor do que realmente têm. “Eu posso voar”, serei capaz de tudo isto basta acreditar em mim mesma e saber exagerar na felicidade nas pequenas coisas do dia-a-dia. Todos os dias trazem consigo pequenas surpresas, sorrisos, lágrimas, vitórias, derrotas mas, a vida ensina-me a viver tudo isto sem medos ou receios. Agora olho para mim e sei que sou especial, não para todos mas, para alguns e é isso que importa. Olho para os outros e sei que não estou sozinha tenho os melhores amigos do universo. Sinto-me inteiramente privilegiada porque posso caminhar, cair, rastejar, chorar, aprender, lutar, sorrir, ser feliz. Sonho, desejo e espero porque só assim posso acreditar no futuro, nos caminhos que se podem abrir e manter-me satisfeita por ser eu. Mas o mais importante de tudo é que acredito em mim mesma, porque em mim vivem os sonhos de um longo futuro, uma esperança de uma eterna felicidade e um desejo… «ter um espaço no mundo para aprender lições de vida».

domingo, 2 de agosto de 2009

Um dia!


A lua está no seu auge. Eu sento-me em frente ao mar, com os cabelos esvoaçando com os sopros de vento. Sinto-me como se não houvesse amanhã. Deixo-me levar pelos meus pensamentos. Memórias, lembranças, recordações não saem da minha cabeça. Durante anos vivi rodeada de sonhos, ilusões, fantasias, ficções. Tudo porque sempre acreditei que a vida real era como nos filmes, “Felizes Para Sempre!”. Sempre pensei para mim que: a felicidade acabava por chegar, um dia; se os outros são felizes eu também serei, um dia; se os outros têm quem os ame eu também terei, um dia; As horas, os dias, as semanas, os meses passavam e a minha felicidade continuava perdida. E eu? Eu continuava a acreditar que ela chegaria, um dia.
À medida que o tempo passava conheci desilusões. Pessoas que não eram quem mostravam ser. Não eram quem eu julgava que eram. Não faziam nada para me verem triste nem para me verem feliz, simplesmente ignoravam a minha existência. Foram erros e esperanças que nunca deveriam ter existido. Ganhei inimigos, alimentei inimizades, criei amizades, enfim, de tudo um pouco.
Sofri, desnecessariamente. Vivi num sonho irreal. Senti-me inútil, à espera que ele fosse diferente. Mas, um dia, e devido a este blog, percebi que existem pessoas que não merecem a importância que lhes depositamos. Demorei a perceber que «as aparências iludem», «quem vê caras não vê corações». Era odiada, desprezada, posta de parte. Acredito que ele não o fizesse propositadamente, não o censuro nem deixo que o censurem por isso. Todos nós reagimos de maneira diferente às situações do dia-a-dia. Na realidade nunca alimentou o meu sentimento e nunca me fez criar ilusões. Um dia, as palavras dele tornaram-se uma farsa. Suportei tudo, tudo mesmo, menos quando ele disse que fez um favor aos meus amigos em vir-me conhecer. Não precisei de ouvir mais nada, tudo terminou aqui. (Se um dia leres este texto, ficas a saber que eu nunca disse que gostava de ti).
Todas as feridas cicatrizam, apesar de deixar marcas, talvez a minha ainda não tenha cicatrizado completamente, mas irá cicatrizar e as marcas irão servir para não voltar a cair no mesmo erro. Apesar de tudo, desejo que ele seja feliz, mesmo depois de ele me dizer que queria ser meu amigo quando na realidade não queria e de tudo o resto. (Espero, com muita sinceridade que sejas feliz).
Ele faz parte do passado, um passado quase apagado. E hoje, sou feliz. Talvez tenha algum medo, mas acredito que tenho que arriscar, e todos nós precisamos de cair, tropeçar, vaguear, rastejar, errar, falhar para sermos felizes. Mas vou dizer-vos, as marcas, as cicatrizes, as lembranças fazem parte da vida e quer sejam boas ou não um dia vamos recorda-las e rir delas porque uma vez nos fizeram chorar mas paralelamente nos fizeram aprender. Vivemos com medo de arriscar porque sofremos no passado, com medo do amanhã porque o ontem foi menos bom e por qualquer coisa dizemos que estamos fartos da vida que temos. Neste momento não tenho muitos motivos para ser feliz, e os meus amigos sabem disso, mas sou. Sou porque tenho a certeza que o passado deve ser recordado, o presente vivido e o futuro esperado.
E sim devemos acreditar nos sonhos, podem ser irreais, mas fazem parte de nós.
Um dia, todos nós vamos ser felizes, um dia!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O verde da minha felicidade



Os dias passam e o único refúgio que encontros são as folhas de papel espalhadas pelo chão do meu quarto. Enquanto escrevo sinto-me segura, protegida, amparada. Sinto-me como uma criança protegida pelos seus pais. Pego numa caneta e numa das folhas ali perdidas e começo a rabiscar, a gatafunhar. Olho para alem dos vidros da pequena janela. Contemplo aquela paisagem magnífica que me transmite calma, serenidade. Os prados verdes da primavera sorriem para os pássaros que não param de voar. A minha mente começa a vaguear, a flutuar.
Lembro-me quando ainda era uma simples garota que descalça percorria aquela erva verde a cantarolar e a saltar, como se o mundo fosse uma história de fadas e princesas. Recordo quando acordava bem cedo para ali poder correr e jogar às escondidas com os miúdos vizinhos. Relembro os dias de inverno em que ali, naquela janela ficava a olhar, horas após horas, à espera que a chuva passasse.
Num instante a minha mente volta ao presente. Oh, como eu gostava de ter apenas os meus cinco anos. Fico a pensar que mesmo agora, depois de crescer, partes de mim ainda possuem o espírito e a inocência de uma criança. Posso ter uma vida inundada de problemas, coisas más, inimigos, mas de uma coisa tenho a certeza é a melhor coisa que eu tenho. Não vou desperdiçar nunca a minha vida ou o espírito de criança que há em mim por nada. Fecho os finos cortinados cor-de-rosa e após preencher mais uma folha branca com memórias da minha infância junto mais um pedaço de papel aos muitos rabiscados. Pouso a caneta e saio a correr de casa, em direcção ao verde prado que em tempos me fez tão feliz. Vou ser feliz, mesmo que os outros me achem ridícula ou caricata.

domingo, 5 de julho de 2009

Happy



Na vida tudo muda, tudo se transforma, tudo fica diferente. É inacreditável como o tempo passa. Tudo acontece num ápice. Quando olhamos para trás o tempo parece ter sido levado num sopro de vento, juntamente com as folhas secas de Outono. A dúvida não é o porquê de o tempo passar. Mas o que nos atormenta é o porquê de não termos feito o que desejávamos.
Questiono-me. O que faria eu se o tempo voltasse atrás? Qual o caminho que eu seguiria? O que teria eu feito para ser feliz? Teria eu feito tudo o que fiz? Talvez. Talvez tivesse lutado pela minha felicidade. Mas, aprendi. Sei que para muitos viver é vulgar, banal, comum, não tem importância, já eu vou fazer História. Gostava de deixar uma marca minha para a humanidade. Sim gostava, mas se não conseguir serei feliz por simplesmente ter vivido. Durante tempos andei para a esquerda, para a direita, para cima, para baixo e nunca encontrei a direcção certa. Hoje tenho a certeza que a única coisa que tenho a fazer é lutar pela minha felicidade e pelo bem-estar dos que me rodeiam.
Tive dias em que tudo era falhado, errado, mas nestes dias, por muito que me aborrecessem, fizeram com que eu aprendesse imensas coisas novas, e se tudo tivesse corrido bem eu não teria aprendido nada. E só seremos felizes com os problemas do dia-a-dia.
Tentem ser felizes e usufruir de tudo o que de melhor existe na vida, porque por muito problemática que seja a vida terá sempre um sorriso para nos dar quando nós lhe sorrimos. E sim eu sou feliz. E a nossa felicidade será um sorriso entre duas lágrimas.

sábado, 4 de julho de 2009

Ídolos







Uma mensagem. Um olá. Um sorriso. Um gesto de afecto. Os meus amigos. Os melhores. Eles protegem-me, dão-me carinho, afecto e acima de tudo amor. Eles são:
Hélia Sousa – a ti, só tenho a agradecer tudo o que até hoje fizeste por mim. Discordaste. Sorriste. Apoiaste. Tudo isto foi importante para mim e fez de ti uma amiga insubstituível, incomparável… Somos diferentes. Sim, é verdade mas, conseguiste que na minha vida tudo ficasse diferente
Carla Matos – não eras de facto a amiga perfeita. Mas, com o tempo tudo mudou. Somos tão parecidas. Tão iguais. Como tu dizes “parecemos irmãs”. Mostras ser forte, inabalável, segura, mas lá no fundo és delicada, frágil, um doce.
Artur Sousa – nunca esperei que te tornasses um amigo assim. Mas tornaste. Hoje és aquele amigo que tem sempre uma palavra de afecto, carinho. És único. Conhecemo-nos há pouco tempo, mas isso não implica o que és para mim. És insubstituível. Sim insubstituível. E sabes porquê? Porque és meu amigo.
Pedro Gonçalves - a ti, só tenho a agradecer por seres tu próprio. É verdade que fizeste tudo para me veres feliz. Jamais vou esquecer as conversas, as interrogações, tudo. És sim aquele amigo que durante tempos eu procurei.
Eles sim, são o sol dos meus dias. Quando eles estão felizes eu estou também. Eles são preciosos, valiosos, importantes. Amigos perpétuos. Só quero gritar para o mundo o quanto os amo. Eu amo-os, é verdade. À minha maneira, mas amo. Eles são perfeitos, únicos, especiais.
Eu sei, tenho a certeza que eles existem e permanecem sempre a meu lado. Isto é real, não é um sonho, eu sei que é real. Eles fazem parte de mim, como as raízes fazem parte da árvore, as estrelas do céu, a areia do mar.
Eles sim, são os meus ídolos, e o meu sonho é ser como eles.
desculpa Pedro mas eu não tinha foto